Ciranda Junina
Okay, devo confessar que foi mais difícil que eu pensava, mas foi melhor ter acontecido que não. Enfim, especialmente àqueles cujo lado profissional tomou o lugar do simples visitante e nos ajudaram bravamente, um agradecimento todo especial. Está sendo cada vez mais difícil assistir à violência que tem sido praticada contra meu filho, agora com aval do Estado, violência maior pelo tempo que se pretende demorar para analisar a questão, uma vez que seis meses é 1/4 de vida para uma criança tão pequena. Àqueles que nos dão conselhos baseados no tempo e no futuro, de que nosso filho poderá entender toda a nossa verdade quando for maior, poderá conhecer toda a argumentação e entender o que se sucedeu quando aqueles que não se importam com seu bem-estar se aproveitam das falhas do sistema para prejudicá-lo de forma direta, talvez até por vingança pessoal contra ele, ou contra mim, não posso dizer nada além de que seria mais interessante tentar se colocar em meu lugar, cuja primeira responsabilidade é lutar pelo bem-estar do meu filho, que está sendo vítima de diversas formas de violência, violência essa que, embora devidamente instruído, o Estado se negou a tomar conhecimento neste primeiro momento, mas que para ele, provocará danos irreparáveis, talvez, se demorar muito para agir, irreparável. Ao final, agradeço ao apoio e manifesto meu conflito sobre o que fazer nessa situação, sobre minha preocupação com saúde do meu filho e o timming para o ajudar.

3 Comments:
Fico de coração na mão ao ver essas coisas que acontecem com vocês.
Vim só pra continuar dando meu apoio irrestrito e para avisar que mudei de blog. O meu novo é http://alemdasnuvens.blogspot.com
Beijos, anjos...
Não se preocupem, a justiça dos homens pode ser falha, mas há sempre uma justiça maior que a dos homens que toma de conta das coisas do universo.
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Obrigado Sara, o que posso dizer, eu tambem tenho andado com o coracao na mao. O pior eh imaginar que, ou eu detono com a mae do meu filho na justica ou nao posso ser pai dele, entao o que faco?
Ainda nao sei, nao por ela, que a essa altura do campeonato nao existe mais nem pensar que ela é um ser humano, mas pelo Cauë, fico pensando nele crescendo sem ter nem pai nem mae integros.
Por outro lado, fico pensando que a alternativa seria tentar ajuda-lo a superar os maus-tratos aos poucos e, no futuro, quando ele puder se expressar de forma clara e com a ajuda dele, tentar recuperar o prejuizo causado.
Em outras palavras, estou entre a Cruz e a Espada, se mantenho uma postura integra mesmo em meio a barbarie em que estou vivendo, se me mantenho uma pessoa fiel as coisas que acredito, ou se esqueco disso por um tempo e luto com as regras que me estao sendo colocadas agora.
E se eu consigo ser efetivo o que acontece? E se acontece algo fatal com meu próprio filho em decorrencia disso?
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